
terça-feira, 16 de setembro de 2008
2008/2009

quinta-feira, 5 de junho de 2008
DIA MUNDIAL DO AMBIENTE
“As alterações climáticas - suas causas e efeitos, e as respostas que as sociedades podem adoptar para ajudar a inverter o processo” é o tema do Dia Mundial do Ambiente 2008 em todo o mundo. Estabelecido em 1972, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, para assinalar a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano, o Dia Mundial do Ambiente é comemorado anualmente no dia 5 de Junho com o propósito de chamar atenção para as ameaças ambientais, a necessidade de alterar comportamentos e atitudes e suscitar a definição de políticas pró ambiente.
Para este ano, em que as principais comemorações internacionais realizar-se-ão em Wellington, na Nova Zelândia, o slogan adoptado para o Dia Mundial do Ambiente 2008 é “Kick the Habit! Towards a Low Carbon Economy". O Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA) elegeu como tema de reflexão destas comemorações as alterações climáticas, dirigindo um apelo - a países, empresas e sociedade civil, para a necessidade de reduzir a emissão dos gases com efeito de estufa e o consumo de energia, para além de incentivar cada um a fazer opções mais ecológicas no seu quotidiano.
A POESIA VAI À BIBLIOTECA
terça-feira, 3 de junho de 2008
domingo, 1 de junho de 2008
LÊ O MEU LIVRO
terça-feira, 27 de maio de 2008
AMANTES SEM DINHEIRO
Marc ChagallTinham o rosto aberto a quem passava.
Tinham lendas e mitos e frios no coração.
Tinham jardins onde a lua passeava
De mãos dadas com a água
E um anjo de pedra por irmão.
Tinham como toda a gente
O milagre de cada dia
Escorrendo pelos telhados,
E olhos românticos
Onde ardiam
Os sonhos mais tresmalhados.
Tinham fome e sede como os bichos,
E silêncio
À roda dos seus passos.
Mas a cada gesto que faziam
Um pássaro nascia dos seus dedos
E deslumbrado penetrava nos espaços.
Eugénio de Andrade

Marc Chagall
Livro do Mês - Meia-Noite ou o Princípio do Mundo

Livro do Mês
Meia-Noite ou o Princípio do Mundo
Nota: Este livro pinta a atmosfera do Porto do séc. XIX, sobretudo a da comunidade judaica portuense e a atmosfera das plantações da América do Sul e sofrimento dos escravos.







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