quarta-feira, 22 de abril de 2009

Ovos e Coelho de Páscoa

Trabalhos realizados por alunos das turmas do 7ºA e 9ºA, no âmbito da disciplina de Educação Tecnológica.






Os ovos foram feitos com papel reciclado a partir de um balão.

terça-feira, 21 de abril de 2009

5º Concurso Literário Sophia de Mello Breyner Andresen

5º Concurso Literário Sophia de Mello Breyner Andresen


Realizou-se no dia 19 de Abril de 2009, pelas 15h:30m, na Biblioteca Municipal Dr. Júlio Dantas, a entrega dos prémios do 5º Concurso Literário Sophia de Mello Breyner, iniciativa organizada pelas Câmaras Municipais de Lagos e de Loulé.


Nayara Reiter, aluna da nossa escola, da turma D do 11º ano recebeu uma Menção Honrosa pelo seu poema “Procurei a liberdade nos homens”


Procurei a liberdade nos homens

Procurei a liberdade nos homens,
Naqueles que a inventaram e por ela lutaram
Com bravura.
A mesma com que ontem escravizaram
E hoje discriminam.
A liberdade, cativa dentro dos homens,
Perdeu o sentido.
Deixou de existir.
Pensava eu que era livre...
Tive a liberdade de pensar e fui presa,
Tive a liberdade de ser o que quisesse e julgaram-me.
Tive a liberdade de ser feliz e invejaram-me,
Fui triste e desfizeram-se de mim.
Tive a liberdade de mostrar quem sou
E não me reconheceram.
Tive vontade de dizer que era livre
E tu lembraste-me do dever de ser alguém.
Quis fugir dessa mentira.
A liberdade utópica é somente aquela que existe em nós
E morre.
De repente, o chão que eu pisava, pesava em mim
E o céu que eu contemplava, estava debaixo dos meus pés.
Passei por escadas que subiam, enquanto eu descia,
Corri parada por lugares que corriam por si só
E cheguei a um lugar que, na verdade, foi ele próprio que chegou até mim.
E vi o vento dançar, os pássaros passearem pelo chão,
Os peixes saltarem
E eu voei...
A liberdade habitava ali, solta e alegre,
Onde o mar podia ser praia e areia podia ser azul.
Encontrei a liberdade nesse espaço onde só existia eu, sem existir, dentro de mim.
Deram-me a liberdade de sentir e eu senti que esta era a minha única liberdade.

Nayara Reiter
Muitos Parabéns!

Dia Mundial do Livro - 23 de Abril

Dia Mundial do Livro



Sessão de Leitura na Biblioteca Escolar
23 de Abril às 15.30h

Aparece!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Livro do Mês de Abril

Livro do Mês

A Ilha

Autora: Victoria Hislop

Resumo: Alexis Fielding há muito que desejava conhecer o passado da sua mãe, Sofia. Assim, decide viajar até Pláka, na Grécia, levando consigo uma carta endereçada a Fotini Davaras, amiga de Sofia. Aí, através de Fotini, vai penetrando, paulatinamente, na misteriosa vida da mãe a qual está intimamente ligada a Spinalónga, uma ilha em frente a Pláka, outrora colónia de leprosos.

Nota: A Ilha é uma obra que prende o leitor desde as primeiras páginas. O tema é apaixonante, gerando um grande prazer no acto da leitura. Assim, aconselha-se mesmo àqueles que afirmam não gostar de ler.




Victoria Hislop nasceu em Kent (1959), onde ainda vive com o seu marido, o jornalista e editor Ian Hislop, e os seus dois filhos. Victoria Hislop é leitora em St Hilda's College ( Oxford) e jornalista. A sua primeira obra, A Ilha , tornou-se um bestseller no Reino Unido e foi aclamada pela crítica.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Exposição « A Noite »

Exposição « A Noite »



Está a decorrer na Biblioteca da Escola Secundária Gil Eanes de 23 de Março a 17 de Abril uma Exposição sobre a Segunda Guerra Mundial, «A Noite», resultado de uma iniciativa conjunta das professoras de História, alunos das turmas C e D do 12º ano e da equipa da Biblioteca.


A actividade pretende, de uma forma objectiva (por vezes até chocante!), confrontar a comunidade educativa, particularmente os alunos, com um dos episódios mais marcantes da História Mundial Contemporânea, alertando-a(os) para a necessidade urgente de defesa dos Direitos Humanos, independentemente do sexo, da cor, da nacionalidade, das limitações físicas de cada um.


Imagens, objectos do quotidiano (levados pelos prisioneiros nas suas viagens rumo ao «desconhecido»), livros… constituem o espólio da Exposição que não deixa de constituir ainda um convite à leitura de alguns livros pertinentes (um dos quais serviu de mote à actividade) e adequados à faixa etária de todos os nossos alunos.



Visite-nos!...





quarta-feira, 18 de março de 2009

Dia Mundial da Poesia


21 Poemas para o Dia Mundial da Poesia pelo 10ºE


“Quando eu for grande quero ser…poeta!”


No dia 20 de Março, Auditório António Freitas, os alunos do 10ºano, Turma: E, lêem de forma livre e encenada 21 poemas na celebração do Dia Mundial da Poesia, que terá lugar no próximo sábado. Os poemas serão lidos após a exibição do filme “Sophia de Mello Andresen”, de João César Monteiro, realizado em 1969. O filme apresenta-nos a poetisa Sophia, na sua relação íntima com os seus textos e os seus lugares de criação. E, evidentemente, que a cidade de Lagos está presente.


Texto de Apresentação


Ler poesia não é chato. Chatas são as pessoas que não gostam de ler poesia. A poesia foi feita para ler. Em silêncio e em voz alta. Em casa e na escola. No átrio e na rua. Com os amigos ou sem eles. Não há civilização sem poesia. Os poetas são seres civilizados. Nós celebramos as palavras dos poetas. Os poetas ficam-nos agradecidos.


Participantes


Os alunos participantes são: Joana Pires, Maria Cabral, Elena Botnaru, Soraia Pontes, Jessica Arez, Lúcia Dâmaso, Nuno Ramos, Sara Carvalhal,Yolanda Lasham, Catarina Amaro e André Soromenho.


Sophia de Mello Breyner Andresen: “Lagos I”; “Não se Perdeu Nenhuma Coisa em Mim”; “Mar”; “Inscrição”; “Terror de te Amar”; “Promessa”

Jorge de Sousa Braga: “Primavera”; “Último Girassol” e "Poema"

Luís Miguel Silva: “Queixa de um Utente”

Camões: “Transforma-se o Amador na Cousa Amada”

Sebastião Alba: “O Meu País”

Fernando Pessoa: “O Mostrengo”

valter hugo mãe: “o sol vai apagar-se”

Mário Cesarinny de Vasconcelos: “Poema”

Herberto Hélder: “No sorriso louco das mães”

Ruy Belo: “Os pássaros nascem na ponta das árvores”

Alexandre O´Neill : “Chaval” e “Amigo”

Adília Lopes: “A Propósito das Estrelas”

Mia Couto: “Viagem”

terça-feira, 17 de março de 2009

Fazer uma Síntese

Como Fazer uma Síntese


Técnicas para fazer uma síntese


Ler o texto de lápis na mão para:

. sublinhar frases, ideias-chave a destacar;
. assinalar conectores ou articuladores que ligam frases entre si, estabeleçendo relações de semelhança, contraste/oposição, anterioridade ou de posterioridade, de causa etc.;
. registar, à margem, a ideia central de cada parágrafo;
. assinalar as partes do texto e a sua delimitação (Introdução,
Desenvolvimento, Conclusão).


Redacção do texto

. utilizar a tua linguagem
. respeitar o pensamento do autor
. não incluir pormenores desnecessários
. não copiar frases do texto
. não usar o discurso directo
. podes expressar juízos de valor
. a síntese caracteriza-se pela sua brevidade.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Fazer um Relatório de uma Visita de Estudo


Como Fazer um Relatório de uma Visita de Estudo

O que é um relatório?


É um texto escrito por quem viu, estudou ou conhece um assunto, uma situação e transmite a experiência vivida ou adquirida a outros.



Etapas para a construção de um relatório de uma visita de estudo

1 – Dados para a Capa


- Identificação da escola
- Identificação do aluno (nome, número, ano e turma)
- Visita de estudo realizada no âmbito da disciplina de...
- Local da visita
- Data da visita
- Data do relatório


2 – Sumário


- Diferentes momentos da visita de estudo



3 – Introdução


- Objectivos da visita de estudo
- Conteúdos programáticos abrangidos



4 – Desenvolvimento


- Apresentação dos factos ocorridos
- O que mais apreciou e porquê
- O que menos apreciou e porquê
- Cumprimento/Incumprimento dos objectivos da visita e suas causas



5 – Conclusão


- Balanço sintético dos conhecimentos adquiridos
- Importância da visita de estudo
- Sugestão de outras visitas de estudo a realizar no futuro


Atenção: As duas primeiras partes do relatório podem ser escritas em tópicos, para que todos possam identificar, rapidamente, o conteúdo do relatório.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Livro do Mês de Março

Livro do Mês


Noite





Autor: Elie Wiesel


Resumo: A família de Elie Wiesel vivia tranquilamente em Sighet, pequena cidade de Transilvânia, quando numa noite de 1944 o seu pai recebe a notícia de que todos os judeus de Sighet iriam ser deportados. No dia seguinte, as casas começam a ser desocupadas e o caminho para um destino tenebroso inicia-se. No campo de concentração de Auschwitz-Birkenau a família é separada, sendo a última vez que Elie vê a sua mãe e irmã mais nova. Ficando com o seu pai, o jovem Elie vai viver uma realidade tão terrível que a sobrevivência, por vezes, deixa de fazer sentido. Logo à chegada do campo de concentração de Birkenau, Elie tem uma visão aterradora: “ Não muito longe de nós, as chamas elevavam-se a partir de uma cova, chamas gigantescas. Queimava-se ali alguma coisa. Um camião aproximou-se do buraco e ali descarregou a sua carga: eram crianças pequenas. Bebés! Sim, eu tinha-o visto, com os meus próprios olhos… Crianças nas chamas.”. A angústia, o sofrimento e o terror indescritíveis pautarão os dias de todos quantos viverão a mesma realidade de Elie e do seu pai.








Elie Wiesel


Elie Wiesel nasceu em Sighet, uma pequena aldeia que, actualmente, pertence à Roménia. Aos quinze anos, em 1944, foi deportado com a sua família para o campo de concentração de Auschwitz-Birkenau. Esteve ainda nos campos de concentração de Buna, Gleiwitz e Buchenwald. A sua mãe e irmã mais nova morreram em Auschwitz-Birkenau e o seu pai em Buchenwald. Elie Wiesel foi libertado em Abril de 1945.
Após a guerra, estudou literatura, filosofia e psicologia em Paris. Wiesel tornou-se um profícuo escritor, abordando, nas suas obras, temáticas judaicas ou ligadas à experiência no holocausto. Em 1963, tornou-se cidadão americano e, seis anos mais tarde, casou-se com a escritora e editora austríaca Marion Erster Rose, também ela sobrevivente do Holocausto.
A par da sua actividade literária, desenvolveu ainda um trabalho notável na defesa dos direitos humanos em todo o mundo pelo que recebeu o prémio Nobel da Paz, em 1986.

terça-feira, 10 de março de 2009

Vamos Falar de...

Inserida no Plano Anual de Actividades da Biblioteca Escolar, decorreu no dia 9 de Março, no Auditório da Escola Secundária C/ 3º CEB Gil Eanes, pelas 10.15H, a segunda sessão de “Vamos Falar de…”.

O tema escolhido foi “Escultura” e em sequência de convite efectuado pelo Professor Gonçalo Cabral tivemos como oradora deste encontro a escultora Vera Gonçalves.

“É vasta e variada a obra de Vera Faria Gonçalves. O seu universo plástico define-se desde as primeiras obras, nele coincidindo, com quase igual peso, o objectualismo e a escultura.A escolha da morada, do ambiente especial, foi uma decisão tomada muito jovem, que levou Vera a viver no Algarve. A obra da artista deve relacionar-se com o meio escolhido para viver; sol, luz e contacto permanente com a natureza são certamente elementos determinantes da sua poética. O recorte claro da maioria das peças que Vera Faria Gonçalves produz, talvez possa relacionar-se com a nitidez que existe nesse clima solar e luminoso onde a artista vive e trabalha” - www.veragoncalves.web.pt/index.html

Vera Gonçalves falou-nos entre outros assuntos, da diferença entre escultura pública e privada, dos materiais que utiliza para as suas obras e dos vários passos realizados até chegar à tão nossa conhecida “Rotunda das Cadeiras”.