terça-feira, 8 de junho de 2010

Turismo no séc. XXI

No dia 4 de Junho de 2010, com a organização da Biblioteca, decorreu a acção 'Turismo no séc. XXI' com lugar a palestra e um beberete, bem como uma mostra de artesanato do concelho de Lagos.


Livro do Mês de Junho












Realizador: David Lean
Intérpretes:
Deborah Kerr
Martin Stephens
Michael Redgrave

terça-feira, 1 de junho de 2010

O escritor CARLOS TEIXO
veio à Gil Eanes apresentar o seu livro
"ATÉ À PRÓXIMA LUA, MON AMOUR".

Como prof. Carlos Teixeira, ele leccionou na Gil Eanes há alguns anitos, integrando o famoso grupo musical "Gil e os Cromos", o que foi relembrado com saudade pela professora Paula Couto, directora da Escola.

A sessão foi muito concorrida e animada, com o autor discorrendo sobre o livro e sobre as suas experiências pessoais e respondendo a perguntas feitas por alunos e professores presentes.




quinta-feira, 6 de maio de 2010

LIVRO DO MÊS DE MAIO





Henry James nasceu em 1843, em Nova Iorque. As suas origens remontam à Escócia e à Irlanda. O seu pai era um teólogo proeminente, o seu irmão mais velho, William, um filósofo conhecido. Considerando que os Estados Unidos não ofereciam os temas adequados para o romance psicológico, Henry James decidiu partir para a Europa. Depois de viver um ano em Paris, mudou-se para Londres em 1876, onde viveu até se estabelecer definitivamente em Sussex. Naturalizou-se inglês em 1915 e morreu no ano seguinte. A maior parte dos personagens dos seus livros move-se num ambiente cosmopolita, e o seu tema preferido foi o dos americanos, sobretudo mulheres, que se sentem estrangeiras na velha Europa. Mas o sobrenatural também o atraiu.
In: Editora Relógio D’Água
As Asas da Pomba
Retrato de uma Senhora
A Biblioteca de Babel
O Calafrio
A Herdeira
A Fera na Selva


Resumo:
Uma jovem aceita trabalhar como preceptora numa mansão isolada, no interior de Inglaterra. Os seus pupilos, Flora e Miles, são crianças aparentemente perfeitas, pois, para além de revelarem inteligência, são educadas e afectuosas No entanto, algo de inquietante começa a pairar sobre as crianças e o espaço. É a partir desse momento que a jovem preceptora é acometida de visões e estranhos medos.

Realizador: Jack Clayton
Intérpretes:
Deborah Kerr
Martin Stephens
Michael Redgrave

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Livro do Mês de Abril



Milan Kundera é um escritor de origem checa, nascido em 1929, em Brno na então Checoslováquia.
Cresceu no seio de uma família intelectual, sendo o seu pai um célebre pianista e responsável pela Academia Musical de Brno. Frequentou a Faculdade de Artes da Universidade Charles, estudando Literatura e Estética, e a Academia de Artes Performativas de Praga, interessando-se pelo cinema. Em 1975 vai viver para Paris, tendo adoptado a nacionalidade francesa em 1981. Entre a sua vasta obra destacam-se A Brincadeira, A Lentidão , A Imortalidade, romance adaptado ao cinema, e a sua obra mais aclamada A Insustentável Leveza do Ser. No ano de 1981, Milan Kundera foi galardoado com o prémio "Common Wealth Award" e, em 1985, recebeu o Prémio Jerusalém. Seis anos mais tarde, é-lhe atribuído o Prémio Independent de Literaura Estrangeira.
A Brincadeira(1967)
Risíveis Amores (1969)
O Livro do Riso e do Esquecimento (1978)
A insustentável leveza do ser (1983)
A Imortalidade (1990)
A Lentidão (1993)
A Identidade (1998)
A Ignorância (2000)
Resumo: Durante a Primavera de 1968, em Praga, Tomás, um jovem médico, conhece Teresa. Embora Tomás seja avesso a compromissos, aceita viver com ela. No entanto, continua a ter vários casos amorosos. Teresa, com medo de o perder, conforma-se com a situação. Por seu lado, Tomás que sempre se pautou pelo desejo de “ser leve”, sente compaixão pela sua companheira o que irá desgastar a relação.
Realizador: Philip Kaufman
Intérpretes:
Daniel Day-Lewis
Juliette Binoche
Lena Olin

quinta-feira, 25 de março de 2010

Exposição sobre a República

Em Maio de 1867, Eça de Queiroz reflectia: «As revoluções não são factos que se aplaudam ou se condenem (...). São factos fatais. Têm de vir. De cada vez que vêm é sinal que o homem vai alcançar mais uma liberdade, mais um direito, mais uma felicidade.»
Com efeito, o movimento revolucionário ocorrido no dia 5 de Outubro de 1910 marcou, de uma forma irreversível e expectante, o devir da nossa História. Ao recordarmos um século sobre a sua passagem procuramos, mais do que o simples comemorativismo, cumprir a função social que mantém e actualiza a sua relevância.
Conscientes do papel da Escola e, em particular, da disciplina de História, na criação de um espaço e de um tempo onde, pedagogicamente, se pode integrar esta data, o Grupo de História da Escola Secundária com 3º CEB Gil Eanes (Lagos) procurou, em colaboração com a equipa da Biblioteca, levar a cabo uma exposição subordinada ao tema «Ditosa Pátria, minha amada!» que, através da recriação de uma sala de aula (da 1ª República ao Estado Novo), permitiu aplicar e aprofundar conhecimentos dos alunos, debater experiências, colocar questões e reflectir sobre o conceito de cidadania.
Quisemos mostrar que a 1ª República foi desejada como um factor de mudança. Anunciou-se como democrática. Implantou-se como uma ruptura. Foi vivida como uma revolução. Sentiu-se como uma força libertadora. Mobilizou multidões. Criou expectativas. Alimentou sonhos. Aguçou desilusões…
Quando a República foi implantada, Portugal era um país com uma população que quase atingia os seis milhões de habitantes na sua maioria vivendo nos campos, e dividida, segundo o historiador Oliveira Marques, em três estratos: burgueses ricos, com ligações ao sistema bancário, ao grande comércio e à propriedade fundiária; classe média, maioritária nas grandes cidades, constituída por pequenos comerciantes e industriais, membros das profissões liberais, funcionalismo e por pequenos e médios proprietários rurais; «povo miúdo», ainda insuficientemente evoluído, constituído por pequeníssimos proprietários rurais, por jornaleiros e criados da lavoura, por operários industriais.
A classe média, que tinha feito a revolução, herdou uma conjuntura preocupante: uma crise social provocada pelo crescimento agrícola em detrimento do desenvolvimento industrial e pelo afluxo marcado da população às grandes cidades; uma crise económico-financeira, marcada pela falência de bancos, aumento da dívida pública e pela contracção do investimento; uma crise moral, com frequentes escândalos públicos de corrupção; uma sociedade repleta de analfabetos...
Para vencer esta crise generalizada o pensamento republicano procurara algumas fórmulas resolventes: ser republicano significava ser contra a Monarquia, contra a Igreja e os Jesuítas, contra a corrupção política e os partidos monárquicos, contra os grupos oligárquicos, mas também pela afirmação categórica de princípios de defesa do municipalismo, do federalismo, do associativismo, do sufrágio universal, do predomínio do legislativo sobre o executivo, da defesa da liberdade e dos direitos dos cidadãos. A «educação republicana» seria uma das vias fundamentais para a concretização deste ideário, uma educação voltada para o «esclarecimento das consciências, condição indispensável ao advento de uma sociedade mais livre, mais justa e mais humana».
A República viria a cair em 1926, na sequência de um golpe militar. Seguiu-se-lhe um longo regime de ditadura cuja acção, em termos de ensino genericamente considerado, desmontou, passo a passo, as ideias republicanas mais positivas. A escola tornou-se, então, o palco privilegiado para a inculcação dos valores defendidos pelo Estado Novo. Os manuais escolares, livros únicos para o então Ensino Primário, criteriosamente seleccionados pelo Ministério da Educação Nacional e adoptados por longos anos, dão-nos imensos exemplos dos valores defendidos: a glorificação da obra do Estado Novo e do seu líder, Salazar; o papel subalterno da mulher, limitada à função de esposa e mãe; a caridade que, quantas vezes, substituía a função social do Estado; a catequese, incutindo os rudimentos da doutrina católica; a gloriosa História pátria que transformava Portugal na Nação mais bela do mundo e de que o Estado Novo era o mais legítimo herdeiro. Enfim, acreditava-se ser este o mundo perfeito, sem violência, sem vícios, sem protestos, perfeitamente ordenado, traduzindo uma ordem económica, política e social que o Estado Novo considerava intocável, absoluta…
Foi o olhar sobre este passado – para uns recente, para outros (mais novos) quase inexistente – que a exposição procurou recuperar, em jeito de brincadeira séria!
A todos os que de alguma maneira proporcionaram a sua concretização, o nosso «muito obrigada»!

terça-feira, 23 de março de 2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

LIVRO DO MÊS DE MARÇO 2010






Neblina sobre Mannheim
O Regresso O Leitor
O Outro Homem e Outras Histórias
RESUMO
Michael Berg, de 15 anos, conhece Hanna, mulher de 36 anos, com quem inicia uma relação amorosa, pautada por rituais de leitura. Um dia Hanna desaparece sem dizer nada e só passados sete anos voltam a rever-se: Hana no banco dos réus, acusada de crimes num campo de concentração nazi, e Michael, estudante de Direito, entre o público que asssiste ao julgamento. A partir desse momento, Michael vai compreender a razão pela qual ela não se defende e vai perceber o motivo de ter sido o leitor durane a sua relação amorosa com Hanna.

Vencedor do Oscar da Academia
Melhor actriz – Kate Winslet
Realizador Stephen Daldry
Intérpretes:
Kate Winslet( Hanna)Ralph Fiennes (Michael Berg))

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

No passado dia 12 de Fevereiro, celebrou-se o Carnaval na Biblioteca.

Para além dos alunos terem tido a oportunidade de conhecer a história do Carnaval Português, nomeadamente, os Caretos de Podence, tiveram também a possibilidade de transformar a sua máscara em fantoche animado, pois a equipa de animação da Biblioteca promoveu, em parceria com a Professora Cláudia Marcelino e a turma de Animação Sociocultural (11ºF) e com a Professora Manuela Lima e a turma 9ºC, um Workshop de construção de fantoches.


Como se pode constatar o que não faltou foi imaginação, diversão e fantoches giros!