segunda-feira, 2 de maio de 2011

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Concurso de poesia

Desafiamos-te!
Escreve um poema, coloca-o na caixa na biblioteca, e, dia 13 de Maio
vem votar e conhecer os vencedores!

Caminhada




Vem caminhar por Lagos e descobre os poetas que lhe fazem referência!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Livro do mês

Através das impressões de Raul Brandão, o leitor é convidado a viajar pelos lugares algarvios da beira-mar. Nessa viagem pela paisagem e pelas suas gentes deparamos com descrições repletas de sensações visuais de que é exemplo o seguinte excerto: “ de manhã saio de Olhão deslumbrado. Céu azul-cobalto – por baixo, chapadas de cal. Reverberação de sol, e o azul mais azul, o branco mais branco. (…) e ao cair da tarde, sobre este branco imaculado, o poente fixa-se como um grande resplendor. É uma terra levantina que descubro; só lhe faltam os esguios minaretes. Duas cores e cheiro: branco, branco, branco doirado pelo sol, que atingiu a maturidade como um fruto.”



Raul Germano Brandão (Foz do Douro, 12 de Março de 1867 - Lisboa, 5 de Dezembro de 1930). Ao terminar o curso secundário e depois de uma breve passagem pelo Curso Superior de Letras, matricula-se na Escola do Exército, a pedido da mãe. Em paralelo com a sua vida militar, colaborou na Revista de Portugal, no Correio da Manhã, na Revista de Hoje, da qual foi co-director. Em 1890, publica a sua primeira obra Impressões e Viagens. Raul Brandão pertenceu à “geração de 90” (século XIX), influenciada pela estética decadentista-simbolista, e ao longo da sua vida escreveu contos, livros de viagens, peças de teatro, estudos históricos e memórias.  


quinta-feira, 24 de março de 2011

Contos de Cordel

A "literatura de cordel " é um género literário de cariz popular, muito em voga em Portugal desde o séc. XVI até ao séc. XVIII.
A publicação deve o seu nome à maneira como era comercializado, pois os vendedores dispunham os folhetos pendurados em cordéis.
Esta permitiu a divulgação de autores anónimos e de grandes vultos literários às massas populares.
A “literatura de cordel” divulgava a cultura de uma forma simples e acessível à maioria da população, hoje, pretendemos, com a reinvenção da mesma, estimular o hábito da leitura nos nossos alunos, através da narração de pequenas histórias que proporcionam ao leitor uma viagem pelo mundo do imaginário e da transfiguração.
Vão ser adicionados outros títulos ao longo do ano.
Por agora, dispomos de:

"Embargo", José Saramago

"O Pássaro da Alma", Michael Snunit
"A fuga de Wang-Fô", Marguerite Yourcenar

Procura-os na Biblioteca e na Sala de Professores!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Chá de Livros I

No âmbito da Semana da Leitura, esta é uma das actividades que tem marcado presença no programa .
E foi assim o primeiro chá de livros com o 8.ºA
Alguns dos livros apresentados:


A Rapariga Rebelde e Guarda o Segredo | Primeiro livro de Poesia | Charlie e o grande elevador de vidro |Os cinco divertem-se a valer| Os Lusíadas| Félix, o pé de vento | A melodia do adeus | O jogador |Miley Cyrus, Muito para andar | Pânico |Sultana, a vida da princesa árabe |O detective esqueleto |As feras futebol clube |O Principezinho | Escutismo para rapazes |O diário de um vampiro banana |Os detectives da Viela| Voltaire: Não se mata um grande mágico| O segredo do mapa egípcio| Bando dos quatro – Os Fantasmas da Azenha Velha| Histórias da Terra e do Mar.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Semana da Leitura


Participa nas actividades!

Segunda e Quarta-Feira, 10:15h
   
Quarta-Feira, 15:15h


Sexta-Feira, 9h



O Jogador


Alexis Ivanovitch, preceptor, acedeu ao pedido de Paulina Alexandrovna, mulher por quem está apaixonado, de ir jogar à roleta. Tendo obtido sucesso no jogo, começa a deixar-se cativar pelo ambiente dos casinos e entra numa espiral do vício. Ao longo da narrativa, o leitor penetra nos segredos da família de Paulina, enquanto acompanha a degradação espiritual e financeira de Ivanovitch. No final da obra, Astley, seu amigo, surge como a possível salvação.


Fiodor Dostoiévski nasceu no dia 30 de Outubro de 1821, em Moscovo, no seio de uma família aristocrática arruinada. A sua infância e adolescência foram conturbadas pelo autoritarismo do pai, a morte da mãe (que não resiste ao sofrimento infligido pelo marido) e, mais tarde, a notícia do assassinato do pai. Estudou numa escola militar de Engenharia, altura em que iniciou a sua carreira literária. Em 1844, abandona o exército e vai viver para São Petersburgo onde se dedica completamente à escrita. Cinco anos depois, é preso e exilado na Sibéria por ter participado no Círculo Petrashevsky, grupo intelectual acusado de conspirar contra o Czar. Ao longo da sua vida escreveu muitas obras-primas, algumas delas inspiradas na sua própria experiência. A obra O Jogador, retrata, de algum modo, a sua paixão pelo jogo, vício que lhe trouxe muita amargura. Em 28 de Janeiro de 1881 morre aquele que ainda hoje é considerado um dos maiores escritores do mundo.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Quem semeia livros...


Os livros andam por aí... leva um deles para casa e fica a conhecer África!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O Historiador


Na biblioteca da casa de seu pai, em Amesterdão, uma jovem descobre cartas misteriosas. Nelas encontra alusões a um poder maléfico e à tentativa, feita ao longo de séculos, de findar com esse mal. A partir desse momento, a jovem, seguindo as pisadas do pai, inicia uma busca corajosa e alucinante no rasto de Vlad, o Drácula.


Ao longo da obra, o leitor será arrastado através do tempo e do espaço pela mão de personagens que tudo fazem para seguir pistas até encontrarem a verdade.

 
 
 
Elizabeth Kostova, de origem eslovaca, nasceu em 1964, nos Estados Unidos, e licenciou-se na Universidade de Yale. Desde muito jovem que se interessou pelos costumes e lendas da Europa do Leste. Deste modo, durante mais de uma década dedicou-se à investigação da lenda de Vlad Tepes (Drácula) cujo resultado foi a publicação da obra O Historiador. Paralelamente à ficção, Kostova publicou poesia e obras de ensaio. Actualmente, ensina escrita criativa na Fundação Elizabeth Kostova, criada em 2007.